O Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, explicou durante a sua chegada à província do Uíge, nesta quinta-feira, 3 de setembro de 2026, o objectivo do regresso rápido do partido àquela circunscrição do país, como o de reafirmação da democracia.
Ao discursar à milhares de militantes, simpatizantes e população em geral, que o recebeu, o líder partidário descartou a inviabilização pela Polícia Nacional do acto central da quadra natalícia do Presidente Fundador, à 8 de agosto, como razão do regresso em curto período de tempo do partido àquela província.
O Presidente da UNITA que regressou à província do Uíge para realização da reunião do Comité Permanente do partido e o encerramento das celebrações da quadra natalícia do Presidente Fundador do partido, agradeceu a enorme multidão que o recebeu que considerou ter demonstrado um calor humano verdadeiro.
“Eu devo agradecer do fundo do nosso coração, em nome da UNITA, em meu nome, mas em nome do partido, a belíssima recepção que nós tivemos das populações do Uíge na entrada”.
“Belíssima, calorosa recepção! Sorrisos bonitos! Alegria verdadeira, não engana! Calor humano verdadeiro!”, considerou o líder da UNITA.
O Presidente da UNITA manifestou também o seu agradecimento e regozijo pela recepção e proteção das autoridades de defesa e repudiou a actitude contrária que tiveram na inviabilização do acto de massas do partido no dia 8 de agosto do ano em curso.
“Quando nós saímos aqui no dia 9, no domingo, dia 9 de agosto, nós não aceitámos o acompanhamento de quem habitualmente nos recebe e nos acompanha. Não aceitámos, e não aceitámos porque não era verdadeiro aquele acompanhamento”, afirmou o responsável partidário, para quem também, “aquilo que é nosso e que nós sentimos mesmo que é nosso, quando nos faz menos bem, nós temos que dizer que não estamos contentes”.
“Não estávamos contentes. Um dia não nos podem agredir e no outro dia vão nos acompanhar na saída”, recordou o presidente da UNITA.
“Não façam mais o que fizeram aqui durante aquele fim de semana. Então eu estou aqui a saudar a nossa Polícia Nacional. Estou a saudar a nossa Polícia Nacional”, agradeceu o líder do maior partido na oposição em Angola.
Na sua intervenção, o líder partidário revelou que, a primeira das razões que levou o partido a voltar ao Uíge não foi porque os programas não tinham sido concluídos.
“A razão mais importante que nos trouxe aqui eu senti pelo olhar, pelos sorrisos de todos os milhares de pessoas que nos saudaram no caminho, foi o sorriso do angolano que acredita numa Angola de paz e de estabilidade”, disse o Presidente da UNITA, que justificou também como outra razão do regresso do partido aquela circunscrição do país, a reafirmação do Estado Democrático e de Direito.
“Porque nós tínhamos que fazer hoje aqui a reafirmação do Estado Democrático e de Direito. Sim, reafirmação do Estado Democrático e de Direito”, explicou o Presidente da UNITA.



