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Presidente da LIMA defende que, os 54 anos da organização são uma verdadeira convocação para acção

Cesaltina Kulanda, Presidente Nacional da LIMA

A Presidente da LIMA, organização feminina da UNITA, Cesaltina Kulanda, apresentou nesta sexta-feira, 19 de Junho de 2026, em Luanda, as dificuldades enfrentadas pelas mulheres angolanas e manifestou a disposição das mulheres da organização que de trabalharem em prol partido para a efectivação da alternância do poder no país, em 2027.

Cesaltina Kulanda garantiu a prontidão da organização que dirige, quando discursa na abertura da II Reunião da organização, realizada no Complexo Jonas Malheiro Savimbi, em Viana, que celebrou também os 54 anos de existência da agremiação feminina assinalado a 18 de Junho.

A responsável feminina disse que, apesar do seu papel fundamental na sociedade, milhares de mulheres continuam a enfrentar dificuldades profundas; a pobreza que limita as suas oportunidades, o desemprego, a exclusão económica, a dependência à economia informal, a ausência da proteção social, as dificuldades de acesso à educação, o abandono escolar de muitas raparigas, a gravidez precoce, as desigualdades sociais e tantas outras barreiras que impedem a sua plena realização.

De acordo com a responsável, a mulher Angolana é muitas vezes a primeira a acordar, é a última a descansar. É ela que procura o sustento dos filhos, que enfrenta as dificuldades dos mercados, das ruas, das matas e dos pequenos negócios. É ela que mantém de pé muitas famílias mesmo quando as condições parecem negada a esperança.

Na ocasião Cesaltina Kulanda garantiu que, a LIMA está preparada para assumir com disciplina, coragem, unidade de espírito patriótico, os desafios que se colocam à nossa organização e ao nosso glorioso partido, contribuindo para uma mobilização nacional, baseada na esperança e na confiança de uma Angola melhor.

Cesaltina Kulanda realçou igualmente que, os 54 anos da LIMA não são apenas uma celebração da sua história, são uma verdadeira convocação para a ação.

“Que nenhuma mulher perca a esperança, que nenhuma jovem abandone os seus sonhos, que nenhuma mãe sinta-se esquecida, que nenhuma voz feminina seja silenciada”, evocou a Presidente da Liga da Mulher Angola – LIMA, Antonieta Cesaltina Kulanda.

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