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“A LIMA tem agora a missão de mobilizar para a participação das mulheres”, exorta Álvaro Chikwamanga

Álvaro Chikwamanga, Vice-Presidente para os Assuntos Eleitorais

A Liga da Mulher Angolana – LIMA, realizou neste sábado, 20 de Junho de 2026, no município do Cazenga, Província de Luanda, o acto central das celebrações dos 54 anos da sua criação, assinalados a 18 de Junho, onde o Vice-Presidente do Partido para a Organização e Assuntos Eleitorais, Álvaro Chikwamanga, assinalou o papel desempenhado pela organização, nas diferentes fases da luta do partido.

Falando em representação do Presidente do Partido, afirmou na oportunidade que, o papel da LIMA ainda não terminou e apelou a organização feminina a exercer o seu papel na fase actual, com foco na mobilização de todas as mulheres e os angolanos em geral, para a efectivação da mudança do poder político no próximo ano em Angola.  

Álvaro Chikwmanga recordou que, a LIMA nasceu no calor da luta anticolonial, desempenhou cabalmente o seu papel, o papel de enquadramento das mulheres que aderiram à UNITA, mas também o papel de mobilizar as mulheres e os homens para engrandecer as filaras da UNITA.

“As mulheres cumpriram também com o seu papel social e administrativo, apoiando o esforço de luta ao lado dos seus companheiros”.

“Esta missão evoluiu para a outra etapa da nossa luta. Estamos a falar da luta contra o neocolonialismo, quando o nosso país foi invadido pelo Corpo Expedicionário Russo-Cubano”, disse o Vice-Presidente da UNITA.

O Vice-Presidente para os Assuntos Eleitorais da UNITA, afirmou que, a LIMA estava presente para aderir à resistência popular e generalizada, e operar transformações políticas qualitativas, no xadrez político angolano, o que veio culminar com a conquista do Estado Democrático de Direito.

“Este papel da LIMA não terminou”, considerou Álvaro Chikwamanga, para quem, a LIMA tem um papel importante agora – um Estado Democrático de Direito, para além das suas características muito conhecidas, onde a liberdade desponta como elemento essencial.

“Liberdade de expressão, liberdade de opção, mas também liberdade de se fazer rico, perante imensas riquezas que tem o nosso país”.

“A LIMA tem agora a missão de mobilizar para a participação das mulheres, na etapa que nós vivemos agora, e sobretudo mobilizá-las para a grande mudança que nós queremos operar em 2027”, apelou Álvaro Chikwamanga Daniel.

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