{"id":3409,"date":"2026-05-14T15:43:48","date_gmt":"2026-05-14T14:43:48","guid":{"rendered":"https:\/\/unita-angola.co.ao\/terrangolana\/?p=3409"},"modified":"2026-05-14T15:59:28","modified_gmt":"2026-05-14T14:59:28","slug":"lider-da-unita-diz-que-falar-do-trabalhador-em-angola-e-falar-tambem-da-dignidade-humana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/unita-angola.co.ao\/terrangolana\/lider-da-unita-diz-que-falar-do-trabalhador-em-angola-e-falar-tambem-da-dignidade-humana\/","title":{"rendered":"L\u00edder da UNITA diz que falar do trabalhador em Angola \u00e9 falar tamb\u00e9m da dignidade humana"},"content":{"rendered":"<p>Na sua mensagem em celebra\u00e7\u00e3o ao dia 1 de Maio, Dia Internacional do Trabalhador, o Presidente da UNITA, Adalberto Costa J\u00fanior, dirigiu a sua mensagem ao todos os trabalhadores do Angola, onde defendeu que falar do trabalhador em Angola \u00e9 falar tamb\u00e9m da dignidade humana.<\/p>\n<p>De acordo com o Presidente da UNITA, neste Dia Internacional dos Trabalhadores, a nossa homenagem vai para o povo angolano que acorda cedo todos os dias para sustentar a fam\u00edlia, para os homens e mulheres do campo, das f\u00e1bricas, dos mercados, das obras, das escolas, dos hospitais, dos t\u00e1xis, das reparti\u00e7\u00f5es e da economia informal que mant\u00e9m o pa\u00eds vivo mesmo diante das dificuldades.<\/p>\n<p>Para o l\u00edder da UNITA, falar do trabalhador em Angola \u00e9 falar tamb\u00e9m da dignidade humana, e este continua a ser um dos maiores desafios nacionais.<\/p>\n<p>\u201cA miss\u00e3o de qualquer pol\u00edtico s\u00e9rio deve ser transformar cada cidad\u00e3o num trabalhador com oportunidade, sal\u00e1rio digno e prote\u00e7\u00e3o social. N\u00e3o basta criar sobreviv\u00eancia. \u00c9 preciso construir esperan\u00e7a\u201d, considera o l\u00edder partid\u00e1rio.<\/p>\n<p>O Presidente da UNITA recordou que, os n\u00fameros oficiais do Instituto Nacional de Estat\u00edstica mostram uma realidade preocupante: cerca de 78,6% dos trabalhadores angolanos est\u00e3o na informalidade e mais de 5 milh\u00f5es de angolanos procuram emprego, nas zonas rurais; a informalidade ultrapassa os 94%; entre os jovens, o desemprego j\u00e1 ultrapassa metade da popula\u00e7\u00e3o ativa juvenil.<\/p>\n<p>Segundo o l\u00edder partid\u00e1rio, isto significa milh\u00f5es de cidad\u00e3os sem contrato, sem seguran\u00e7a social, sem reforma garantida e sem prote\u00e7\u00e3o para o futuro; significa tamb\u00e9m fam\u00edlias inteiras a viverem com sal\u00e1rios que n\u00e3o chegam sequer para metade do m\u00eas.<\/p>\n<p>Para o l\u00edder do maior partido na oposi\u00e7\u00e3o em Angola, hoje, o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 100 mil kwanzas, mesmo com ajustes recentes, continua distante da realidade do custo de vida.<\/p>\n<p>\u201cUma cesta b\u00e1sica para uma fam\u00edlia de seis pessoas ultrapassa, em muitos mercados, os 289 mil kwanzas\u201d, o respons\u00e1vel partid\u00e1rio acrescentando que, quando o sal\u00e1rio n\u00e3o cobre as necessidades essenciais, o pa\u00eds empurra silenciosamente muitos cidad\u00e3os para a precariedade, para o desespero, para a improdutividade e at\u00e9 para a corrup\u00e7\u00e3o como mecanismo de sobreviv\u00eancia.<\/p>\n<p>\u201cAngola precisa de uma nova vis\u00e3o econ\u00f3mica e social, uma vis\u00e3o que ligue a aldeia \u00e0 cidade, o campo \u00e0 ind\u00fastria, a juventude \u00e0 produ\u00e7\u00e3o nacional\u201d, disse o l\u00edder da oposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cPrecisamos de investir seriamente na agricultura, nas pequenas e m\u00e9dias empresas, na ind\u00fastria transformadora, na forma\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e na cria\u00e7\u00e3o de emprego formal. Mas tamb\u00e9m precisamos pensar no amanh\u00e3. O que ser\u00e1 da velhice de milh\u00f5es de angolanos que hoje trabalham sem seguran\u00e7a social? Que futuro teremos se a maioria da nossa popula\u00e7\u00e3o ativa continuar fora do sistema formal? Esta \u00e9 uma quest\u00e3o nacional, humana e moral\u201d, afirmou o Presidente da UNITA, que concluiu renovando o seu compromisso com uma Angola onde o trabalho deixe de ser sofrimento e passe a ser caminho de prosperidade, estabilidade e dignidade para todos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na sua mensagem em celebra\u00e7\u00e3o ao dia 1 de Maio, Dia Internacional do Trabalhador, o Presidente da UNITA, Adalberto Costa J\u00fanior, dirigiu a sua mensagem ao todos os trabalhadores do Angola, onde defendeu que falar do trabalhador em Angola \u00e9 falar tamb\u00e9m da dignidade humana. 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