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Presidente da UNITA chama a atenção à exclusão da AN nas celebrações dos 50 anos de Independência

Presidente da UNITA, Adalberto Costa na abertura do Ano Legislativo

O Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, chamou nesta quarta-feira, 15 de Outubro de 2025, a atenção da sociedade e da comunicação social à exclusão da Assembleia Nacional nas celebrações dos 50 anos de Independência Nacional, a decorrer até o 1 de Janeiro do próximo.

Ao falar à imprensa na abertura do 4º ano Legislativo da Assembleia Nacional, o responsável da UNITA afirmou igualmente que, a expectativa dos cidadãos não está a ser trazida à realidade, apontando como exemplo a falta das reformas do país, as autarquias, aquilo que, para o responsável político, possa permitir uma organização de servir melhor o cidadão.

De acordo com o responsável da UNITA, Angola hoje vive uma realidade gravíssima de crise económica e social e nós, enquanto Assembleia, temos que ser protagonistas de soluções.

“Portanto, nos 50 anos, a Assembleia cumpriu várias vezes o seu papel, noutras não cumpriu”.

“Hoje estamos com o desafio de recuperarmos efetivamente o papel de protagonistas deste espaço de debate institucional”, sustentou o Presidente da UNITA, que considerou igualmente que, a Assembleia está muito dependente das ordens superiores também.

Na sua intervenção, o responsável partidário, pediu aos jornalistas que, tentem encontrar um só ato dos 50 anos na Assembleia Nacional, respondendo que, não tem nenhum, e espera por mais inclusão nas celebrações e governação do país nos próximos anos.

“E quando o programa nos foi trazido, nós alertámos para a ausência da Assembleia Nacional nas comemorações de 50 anos. Qualquer coisa falhou. O que é que esperam ver nos próximos 50 anos, ou para o futuro? Mais inclusão, mais país real”.

Para Adalberto Costa Júnior, Angola é dos países mais poderosos em termos de recursos e qualquer coisa está a ser muito mal feita ao nível do uso destes recursos, nutrindo a expectativa de que o país pode fazer melhor.

“Portanto, a minha expectativa é fazermos sempre melhor, com o capital humano como prioridade”. “A prioridade não são os diamantes, a prioridade não é o petróleo, a prioridade são as pessoas e nós temos que investir nas pessoas”, defendeu o Presidente da UNITA.

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