O Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, manteve neste sabádo 14 de Setembro e 2025, em Luanda, um encontro com as mulheres da organização feminina do partido, a Ligada Mulher Angolana – LIMA, considerando ser um de reflexão sobre o situação do país, do actual momento do partido, e a situação da mulher angolana e defendeu a necessidade dos homens e as mulheres bem como todas as franjas da sociedade cominharem juntos a realização da mudança que os angoalanos almejam.
Na sua comunicação às mulheres, o líder da UNITA ressaltou como sendo insustituível a força das mulheres na construção da Nação, bem como para o alcance da verdadeira democracia no país e defendeu a necessidade de tornar Angola numa Nação.
“Falo convosco hoje, não apenas como Presidente da UNITA, mas como vosso irmão, como alguém que reconhece a vossa força, a vossa coragem, o vosso papel insubstituível na construção do nosso país, da nossa Nação”.
“Eu tenho muitas vezes dito quão importante é transformar Angola numa Nação, torná-la Mãe dos seus filhos e ter todos os benefícios dessa transformação”.
“Em vez da insensibilidade, da violência, do individualismo, da corrupção, do Eu, do meu interesse, da imigração e da fuga dos jovens e dos quadros! Como alternativa, substituir por amor, pelo carinho, pela protecção materna, pela solidariedae, pela partilha, pelo nós, pela família, pela inclusão, pela Justiça e o Direito”, disse o líder partidário, acrescentando que, Angola é um país jovem, mas marcada por enormes desafios: a pobreza que ainda pesa sobre milhões, a falta de oportunidades que sufoca a juventude, e a desigualdade que continua a limitar o futuro de muitas famílias.
Para o responsável partidário, o futuro que sonhamos só será possível se caminharmos juntos, lado a lado: homens e mulheres, jovens e adultos, cidade e campo, a nossa luta não é apenas política, é uma luta de dignidade humana, e nessa luta a vossa voz é indispensável”.
O Presidente da UNITA defendeu a necessidade de uma Angola, onde nenhuma mulher precise de escolher entre alimentar o filho ou pagar a escola. Nenhuma rapariga abandone os estudos por falta de condições ou por um casamento precoce, nenhuma cidadã seja discriminada no emprego ou impedida de sonhar mais alto e, onde as mulheres não sejam apenas convidadas a participar, mas sim líderes na política, na economia e na vida social.
De acordo com o responsável partidário, as mulheres constituem “a espinha dorsal da sociedade, a energia silenciosa que sustenta famílias, igrejas, comunidades, empresas, mercados e lavras”, tendo as considerado também uma força mobilizadora poderosa, apelando também para a sua participação activa na vida pública para a mudança política do país.
“Mas sóis também uma força mobilizadora poderosa, capaz de mover consciências e despertar vontades. Sem a participação activa das mulheres, nenhuma mudança política ou social é possível.
“É por isso que vos pedimos: mobilizai os vossos maridos, os vossos filhos, os vossos irmãos e irmãs da igreja, as vossas colegas de trabalho e de zunga. Falai com elas e com eles sobre a urgência da mudança, sobre a esperança que carregamos, sobre a responsabilidade histórica que temos. A transformação de Angola exige que cada mulher se torne uma multiplicadora de consciência e de coragem”.