O Presidente da UNITA reagiu sobre a captura do Presidente Venezuela, Nicolas Maduro, pelas forças armadas norte americana a partir da residência do líder venezuelano, neste sábado, 3 de Janeiro de 2026, acusado de práticas criminosas que punham em causa a soberania norte americana, de acordo com fontes dos EUA, em que o responsável do maior partido na oposição em Angola considera que os acontecimentos a confirmarem-se devem merecer uma reflexão profunda e responsável no plano político internacional.
No texto publicado na sua Página Oficial no Facebook, com o título: “Lição da Venezuela”, o Presidente da UNITA afirmou que, os acontecimentos hoje noticiados sobre a intervenção dos Estados Unidos da América na Venezuela, culminando com a captura do presidente Nicolás Maduro, a confirmarem-se, devem merecer uma reflexão profunda e responsável no plano político internacional.
Durante anos, diz o líder da UNITA, o regime venezuelano consolidou-se por vias manifestamente antidemocráticas, recorrendo a sucessivos expedientes constitucionais, esvaziando instituições, reprimindo liberdades fundamentais e afastando-se da vontade soberana do seu povo.
Quando os mecanismos internos de correção democrática são sistematicamente bloqueados, considera o líder partidário, o desfecho tende a ser a instabilidade, o isolamento e, por vezes, soluções impostas de fora.
“Este episódio, ainda envolto em incerteza, deve servir de lição séria aos regimes que persistem na erosão do Estado de Direito, na captura das instituições e na negação da alternância democrática”.
“A história demonstra que o poder sustentado pela força, pela fraude ou pelo medo não é eterno”, exortou o líder partidário.
Para o responsável do maior partido na oposição em Angola, a estabilidade, a soberania e a paz duradoura constroem-se com legitimidade democrática, respeito pela Constituição e submissão do poder à vontade popular, e não pela sua manipulação. O presidente venezuelano, agora capturado, manteve-se no poder naquele país, após eleições realizadas em 2025, em que a principal líder da oposição Marine Le Pen foi considerada a grande a grande vencedora. No entanto, Nicolas Maduro, manteve-se no poder apesar dos protestos da população contra a sua continuidade no poder, causando várias detenções presos políticos entre os manifestantes, e era acusado de vários crimes, com maior incidência do crime contra os direitos humanos e violações constitucionais, de lá para cá os Estados Unidos da América estavam atrás da sua captura até a sua concretização neste sábado, 3 de Janeiro de 2026.