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Líder da UNITA considera situação económica como um drama silencioso que hipoteca o futuro do país

Adalberto Costa Júnior, Presidente da UNITA

Numa reflexão divulgada pelo Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, nas suas redes sociais, sobre a economia informal, classifica a situação económica do país, de ser um drama silencioso que hipoteca o futuro de Angola.

A reflexão com o título: “Economia Informal: O Drama Silencioso que hipoteca o futuro de Angola”, o responsável da UNITA disse que, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística, mais de 78% da economia angolana é informal.

“Isso significa que 8 em cada 10 trabalhadores vivem sem contrato, sem proteção social, sem reforma, sem segurança para o amanhã”.

“É assim que hoje sobrevive a maioria do povo angolano. A informalidade não é escolha. É estratégia de sobrevivência num país onde o emprego formal não chega”.

O Presidente da UNITA faz um retrato real da situação da informalidade em Angola apresentando 78,6% de informalidade no T2 de 2025, 80% a 87% dos trabalhadores no sector informal, 93% das mulheres trabalham na informalidade, 77% dos jovens (15–24 anos) sem emprego digno, 95,6% nas zonas rurais.

 De acordo com o líder da UNITA, a economia informal representa cerca de 60% do PIB, é o comércio de rua, os serviços precários, a agricultura de subsistência, a pesca artesanal. Gente que trabalha todos os dias, mas continua pobre.

“Consequências para quem vive da informalidade: não contribui para a Segurança Social, não tem reforma garantida, não tem proteção na doença, não tem acesso a crédito, vive com rendimento instável e baixo.

“A UNITA defende uma viragem clara: sair da sobrevivência para a dignidade. Isso passa por: uma economia aberta, produtiva e diversificada, que crie empregos formais; apoio real ao empreendedorismo, com crédito acessível e menos burocracia; crédito acessível para quem trabalha”, defendeu o Presidente da UNITA.

O líder da UNITA defende microcrédito com juros baixos para informais, cooperativas e jovens empreendedores; bancos ao serviço da economia real, não apenas do Estado que, para segundo o responsável da UNITA, com o regime actual isso não é possível.

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