Líder da UNITA considera “completamente patética e irracional” julgamento do caso terrorismo

O Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, apelou neste sábado, 15 de Março de 2025, em Benguela durante o acto central do aniversário do partido, aos angolanos a não aceitarem a manipulação da justiça, sobre o julgamento de cidadãos que decorre, o qual classifica de completamente patética e irracional.

Para o responsável partidário, que durante o acto de celebração dos 59 anos de fundação do maior partido na oposição em Angola assinalados a 13 de Maço, falou também sobre o julgamento de sete cidadãos no Huambo acusados pelo governo anos de actos terroristas, mostrou-se aos angolanos o o quanto alguns poderes estão a querer manipular o direito e a justiça.

Referindo ao mesmo julgamento que tenta a colação do Presidente da UNITA e o líder do Grupo Parlamentar da força política ao caso, o responsável afirmou que, os tribunais são importantes no nosso país, e apelou aos membros da UNITA e aos cidadãos angolanos em geral, a dizerem não à manipulação da justiça.

Segundo o Presidente da UNITA, aquilo que os tribunais nos estão a mostrar a partir do Huambo, é uma forma patética e é uma forma irracional de fazer política, completamente patética e irracional, disse o responsável partidário, considerando, não ser esse o caminho para edificação de nenhum estado democrático.

De acordo com o líder da UNITA, o seu partido está a ver com atenção para ver a que nível vai ficar aqueles que vão se afordar na lama, se esse se afordar na lama vai ficar por aí, ou se vai envolver outros líderes com mais responsabilidades.

O Presidente da UNITA reafirmou o compromisso do seu partido em liderar as iniciativas diálogos para a garantia da confianças às instituições do estado e reformas para a verdadeiras democracia.

“Compete-nos a nós tomar a iniciativa de produzir todos os diálogos que forem necessários, todos os caminhos de encontros que forem necessários, para a criação de confiança”.

“Para que se abatam muros da desconfiança, para que se reganhe a confiança nas reformas, para que se abrace a democracia verdadeira e as liberdades que nos podem transportar ao desenvolvimento, sem os quais não será possível”, disse o Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior.

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