GPU garante responsabilizar autores da violência e prisão de seus deputados

Deputada Navita Ngolo, Segunda Vice-Presidente do Grupo Parlamentar

O Grupo Parlamentar da UNITA promete responsabilizar os autores da agressão e prisão ilegal pela Polícia Nacional dos seus deputados pelo círculo provincial do Kwanza-Norte, Francisco Falua e João Quipipa, durante uma manifestação convocada pela sociedade civil esta este domingo 16 de Fevereiro de 2025, para protestar os assassinatos de camponesas nas suas lavras.

Os deputados da UNITA foram ilegalmente agredidos e detidos e posteriormente aprisionados juntamente com mais dois membros da UNITA, por agentes da Polícia Nacional que impediram a realização a manifestação logo a partida no local da concentração, assim como a detenção de mais sete cidadãos para parte incerta.

Na ocasião os agentes da ordem usaram armas de fogo com balas reais e atiraram ainda bombas de gás lacrimogénio, e alvejado a tiro um cidadão com ferimentos ligeiros, como confirma o GPU.

Para solidarizar-se com os deputados agredidos e as suas famílias, bem com as famílias que perderam seus familiares assassinados nas lavras um grupo de Deputados do Grupo Parlamentar que deslocou-se à Província do Kwnaza Norte nesta segunda-feira, 17 de Fevereiro.

Falando à Comunicação Social, nesta terça-feira, 18 do mês corrente, a Segunda-Vice-Presidente do Grupo Parlamentar, Navita Navemba Ngolo,  que integrou a caravana garantiu que o seu grupo parlamentar vai abrir competente processo para a responsabilização dos autores do crime contra os deputados.

“As imagens ajudam a encontrar os autores que sobretudo efectuaram a prisão inconstitucional dos deputados, e sobre isso não há dar voltas”, disse a parlamentar, acrescentando que, vamos intentar competentes processos de responsabilização dos autores.

“E, está claro o comportamento desses agentes e também dizer que houve tiros, inclusive há um dos cidadãos que foi atingido, é verdade que de forma ligeira, mas temos também que responsabilizar os autores desses bárbaros comportamentos”, disse Navita Navemba Ngolo.

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