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GPU considera negativo balanço do 3º ano parlamentar da Assembleia Nacional

Liberty Chiyaka, Presidente do Grupo Parlamentar da UNITA

O Grupo Parlamentar da UNITA considerou negativo o balanço do desempenho do 3º Ano Legislativo da Assembleia Nacional, em conferência de imprensa realizada na sede do Grupo Parlamentar nesta quarta-feira, 27 de Agosto de 2025.

De acordo com Liberty Chiyaka, por mais que a Assembleia Nacional tenha aprovado 11 leis e publicadas no Diário da República, dois diplomas em fase de redacção final para a publicação no Diário da República, 11 leis aprovadas na generalidade e em tratamento na especialidade e 40 resoluções, os deputados do do Grupo Parlamentar da UNITA não se dá por satisfeitos, pelo desempenho durante o ano parlamentar findo.

“Considerando que a corrupção e a impunidade aumentaram, o favorecimento e o clientelismo são os novos critérios de decisão de governação e gestão do poder, a crítica pública é perseguida e reprimido o contraditório, a liberdade de expressão e de imprensa são coartadas, e a fiscalização à acção de governação é desencorajada por via de processos disciplinares como os que correm contra cinco deputados, nós os deputados do Grupo Parlamentar da UNITA não podemos nos dar por satisfeitos como o desempenho da Assembleia Nacional durante o 3º ano parlamentar”.

“A miséria, o desemprego, a fome e a pobreza não se combatem com a indiferença do Parlamento,  nem com a violência do estado, execuções sumárias, perseguições, prisões de adversários políticos e activistas e julgamentos encomendados”, diz o líder parlamentar.

Liberty Chiyaka assegura que, enquanto deputados do povo, continuarão a interpretar fielmente os anseios dos angolanos, legislando com patriotismo e sentido de missão, dando prioridade à sua participação na vida pública, com a aprovação da Lei da institucionalização efectiva das Autarquias Locais e a conclusão do Pacote Eleitoral, visando a transparência, a justeza e a verdade do processo eleitoral.

“Manteremos o nosso compromisso de proximidade ao cidadão e de corresponder com prontidão ao seu chamamento, sem temores nem  de intimidações nem perseguições políticas”, garantiu Liberty Chiyaka.

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