Ex-Candidato às eleições presidenciais de Moçambique defende processo contra estado angolano

Ex-Candidato moçambicano às Eleições Presidenciais, Venâncio Mondlane

Venâncio Mondlane defendeu nesta sexta-feira, 14 de Março de 2025, em live na sua página oficial, a abertura de um processo crime contra o governo angolano por violação das leis internas e internacionais no dia 13 de Março do corrente ano na sequência da detenção e impedimentos de várias entidades internacionais a entrar em Angola.

O também ex-candidato às eleições presidenciais em Moçambique que foi um dos oradores à conferência internacional promovida pela UNITA e a organização Brenthurst Foundation, conjuntamente a Konrad Adenauer e a IDC, para a celebração da festa dos 59 anos da fundação da UNITA, em Benguela, ficou detido por 7 horas no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, incluindo o ex-Presidente da Colômbia, Andrés Pastrana, e o Presidente do Botswana, Ian Khama e posteriormente recusado a entrar no país, a semelhança do senador Keniano que também foi negada a entrada.

Na live o político moçambicano recomenda à UNITA, a toda delegação presente em Angola, as organizações da SADC, dos direitos humanos, dos advogados da SADC e da África Austral a processarem o estado angolano, reforçando que, o estado angolano tem que ser processado.

Para Venâncio Mondlane, “isto não pode continuar desta forma”, disse Mondlane considerado a situação ser pior ainda, quando o Presidente João Lourenço nesta altura está a assumir a responsabilidade, o cargo ou a função de Presidente da União Africano.

Venâncio Mondlane disse que, não houve procedimentos preenchidos, dentro da lei, que se diga que preencheram requisitos para se deportar alguém, disse político, acrescentando o que aconteceu, foi uma irregularidade ao mais alto nível.

“Portanto, não foi nada feito segundo a lei; foi a violação da própria lei angolana. Até hoje não sabemos o que é que fundamenta a recusa. Não está claro”, afirmou Venâncio Mondelane, considerando a postura como sendo perigoso para Angola, por compreender que existe os acordos migratórios bilaterais entre Moçambique e Angola, como é que é feita a saída e entrada dos cidadãos de um país para o outro.

“Existe acordos migratórios da SADC, para todos os países da SADC, que também foram violados”.

Venâncio Mondlane, defende também que, o dia 13 de Março devia ser decretado como o dia da vergonha pública em Angola.

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