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“Estou seguro que vamos poder fazer um desafio ganhador”, asseguro Presidente da UNITA

Discurso do Presidente da UNITA no encerramento do XIV Congresso do partido

O Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior empossou nesta quinta-feira, 05 de fevereiro de 2026, no complexo Jonas Malheiro Savimbi, município de Viana em Luanda os membros do governo sombra da UNITA, conselheiros especiais do presidente da UNITA e os membros do Conselhos de Jurisdição.

No discurso de tomada de posse dos membros empossados, o Presidente da UNITA assegurou que a direção do partido se encontra completa para o enorme desafio que carregamos, transportamos o peso histórico do Partido, e manifestou satisfação pelas nomeações.

“Tenho a grata satisfação de ter nomeado no Conselho da Presidência, companheiros de grande maturidade e experiência, de quem espero o melhor Conselho, a melhor iniciativa, para juntos podermos ter uma agenda à altura dos desafios, porque o Conselho transporta também esta enorme responsabilidade de ajudar o Presidente nas suas múltiplas tarefas e desempenhos”, disse o Presidente da UNITA.

“Organizámo-lo melhor, posso deixar aqui esta partilha, está mais estruturada e estou seguro que vamos poder fazer um desafio ganhador à altura do quanto se espera de nós”, assegurou o líder da UNITA.

Durante a cerimónia, o responsável da UNITA considerou igualmente que o Governo Sombra está numa expectativa enorme do País de poder trazer intervenções múltiplas, as soluções aos desafios que a Governação atual não tem sido capaz de ajudar, porque não, também a nossa missão.

“Quem governa hoje, quem já não está inspirado, quem eventualmente não tenha disponibilidade da entrega, a UNITA deve efetivamente, ao nível destes órgãos, fazer a diferença de demonstrar competência e entrega”.

Para o líder da UNITA, “são enormes os problemas que o País tem”, pedindo ao membro do Governo Sombra a mostrar capacidade de governar.

O responsável da UNITA pediu aos membros do governo sombra que, as intervenções têm de ser permanentes, o acompanhamento do País tem de ser permanente, a ciclicidade das intervenções tem de ser permanente nas matérias essenciais, nos desafios maiores qu

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