O Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, considerou o actual momento de Congresso, como um momento maior da vida política nacional e um marco de renovação de compromisso com Angola, com a liberdade, com a verdade e com a dignidade do cidadão angolano, quando falava esta sexta-feira, 28 de Novembro de 2025, na abertura do XIV Congresso do partido, que decorre no Complexo Sovsmo, em Viana Província de Luanda, defendendo também ser este, um momento fundamental para o partido e decisivo para o futuro do país.
“É com profundo sentido de responsabilidade e honra, que tomo a palavra neste XIV Congresso Ordinário da UNITA, um momento maior da vida política nacional e um marco de renovação do nosso compromisso com Angola, com a liberdade, com a verdade, e com a dignidade do cidadão angolano”.
“Hoje, aqui reunidos, celebramos não apenas um encontro estatutário, mas um acto de afirmação da realidade democrática de um partido que soube atravessar tempos difíceis, superar provações, resistir a tentativas de silenciamento e permanecer fiel à sua identidade, ao seu legado e à sua missão histórica”.
De acordo com o líder da UNITA, este é, um momento fundamental para o partido e decisivo para o futuro do país, assegurando na ocasião que, este Congresso simboliza a atualidade de um projeto político que permanece fiel à sua essência: servir angola com verdade, com coragem e com um compromisso inabalável para com o povo angolano.
De acordo com o líder da UNITA, ao longo do mandato, que agora concluímos, enfrentámos desafios significativos, mas também alcançámos conquistas importantes, reforçámos a democracia interna, consolidámos a presença do Partido em todas as províncias, melhoramos a organização das nossas estruturas e a capacidade de resposta política, lideramos a Frente Patriótica Unida, que teve um desempenho relevante nas eleições de 2022.
“Mantivemos firme a defesa dos interesses nacionais, da cidadania e da dignidade humana”, afirmou o responsável partidário.
Para o responsável político, a UNITA lembra profundamente que, 50 anos depois da proclamação da independência nacional, os Angolanos continuem divididos entre vencedores e vencidos, afirmou o líder partidário, para quem, “a UNITA lamenta constatar que, esteja a prevalecer, 50 anos depois, a narrativa que esteve na base do conflito que opôs os Angolanos por quase três décadas; nós não queremos repetir hoje aquilo que ontem nos separou”.
Para o responsável político, a UNITA lembra profundamente que, 50 anos depois da proclamação da independência nacional, os Angolanos continuem divididos entre vencedores e vencidos, afirmou o líder partidário, para quem, “a UNITA lamenta constatar que, esteja a prevalecer, 50 anos depois, a narrativa que esteve na base do conflito que opôs os Angolanos por quase três décadas; nós não queremos repetir hoje aquilo que ontem nos separou”.
“É uma constatação generalizada, e que é mais do que tempo de abraçarmos a oportunidade de unir os angolanos em terno de uma causa comum, o interesse nacional, e de colocarmos uma pedra sobre um passado de divisões e um passado de desconfianças”, defendeu o Presidente da UNITA.
O congresso que decorre até ao dia 30 de novembro, tem como objetivos, estabelecer a linha política e ideológica do partido; aprovar e adotar a estratégia, o programa do partido e os seus objetivos; rever os estatutos e o programa maior do partido, aprovar os relatórios aposentados pelos órgãos do partido, eleger o Presidente do partido, eleger a Comissão Política.
Ao longo do conclave os delegados vão igualmente “decidir sobre a extensão, função, decisão ou a inauguração do partido, nos termos dos estatutos; apreciar a atuação dos órgãos do partido, e deliberar sobre qualquer questão que interesse do partido”, tal como confirmou o presidente da UNITA.