Ao discursar nesta quarta-feira, 26 de Novembro de 2025, no encerramento da sua campanha realizada no Complexo Sovsmo em Viana, o candidato número 2 a Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, defendeu que, foi uma campanha de coragem, de entrega, de proximidade.
“Eu devo aqui dizer de forma muito clara que esta foi uma campanha de coragem, uma campanha de entrega, uma campanha de contato, uma campanha de proximidade. Sim, onde nós saímos ao encontro da UNITA, dos seus membros”.
“Não foi só dos delegados, mas nós saímos ao encontro do Angolano em geral, onde nós andamos, nós falamos com as instituições, falamos com a sociedade civil.
No seu discurso aos membros, militantes e simpatizantes presentes, afirmou que, não é possível fazer de Angola um país democrático, de liberdade, um país desenvolvido, um país de dignidade, se nós não tivermos a coragem de abraçarmos a democracia.
Durante a mensagem onde defendeu a democracia como melhor sistema político, assegurou que, não existe opção melhor.
O também Presidente da UNITA e candidato à sua própria sucessão, afirmou igualmente que, não existe democracia sem liberdade plena, não existe desenvolvimento sem um sistema de justiça que funcione; não existe nenhuma economia que prospere se estes valores todos não forem reafirmados com coragem.
Na ocasião, o líder da UNITA criticou a ausência dos órgãos de comunicação social estatal, durante a sua campanha, para quem, “fomos acompanhados graças às redes sociais”.
“Graças às redes sociais. Graças às redes sociais, porque a nossa campanha do dia a dia não apareceu nas televisões”.
O candidato deixou um apelo à melhoria aos directores dos respectivos órgãos.
“É um convite à melhoria, é um convite aos diretores de comunicação. De que esta Angola é nossa”.
“Esta Angola é de todos, não nos continuem a tratar assim, não nos excluam da realidade nacional. Não nos excluam”, o candidato, considerando que, o dinheiro que paga regularmente os servidores públicos também é nosso.
O Candidato que se mostrou confiante na vitória disse que, queremos ir ao congresso para ir buscar a legitimidade interna, a legitimidade democrática da UNITA, dos membros da UNITA, disse o também líder da UNITA, para quem, obtida a legitimidade democrática interna do partido, o nosso foco é a alternância democrática de 2027.
“É a alternância democrática. Porque eu acredito que ela é possível”.