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ADALBERTO COSTA JÚNIOR E A CONSTITUIÇÃO INVIOLÁVEL

Por estes dias, os corredores do poder em Angola voltaram a ser assombrados pelos fantasmas da manipulação constitucional. Não bastava a fome, o desemprego, a insegurança, a má qualidade dos serviços públicos e a degradação dos valores morais — agora a elite dominante decidiu flertar, mais uma vez, com a ideia de eternizar-se no poder. E como sempre, os rostos da manobra aparecem bem trajados: são os tais “pseudos” intelectuais e representantes de uma sociedade civil domesticada, pagos para simular consensos onde só há silêncio comprado.

No meio dessa encenação mal disfarçada, uma voz se levanta com firmeza. Adalberto Costa Júnior, presidente da UNITA e actual líder da oposição com 90 deputados na Assembleia Nacional, deu um basta à tentativa de reescrever as regras do jogo a favor do Presidente João Lourenço. “Não contem comigo para rever a Constituição antes de 2027”, avisou, sem rodeios. E foi além: “Esse sonho será transformado em pesadelo.” A frase caiu como chumbo sobre o MPLA, que vinha testando o terreno para mexer em cláusulas pétreas e abrir caminho para um reset presidencial. Traduzindo: um terceiro mandato disfarçado de renovação democrática.

A cada tentativa do regime de manipular a Constituição, reaparece o mesmo argumento reciclado — “estamos apenas a ajustar à nova realidade político-administrativa.” Já vimos esse filme na divisão das províncias e dos municípios. Mas o povo, cansado de ficção, agora quer documentário: a verdade nua e crua sobre um regime que, depois de quase 50 anos no poder, ainda precisa mudar as regras para continuar a governar.

Enquanto isso, Adalberto Costa Júnior falava ao país e ao mundo. No programa Economia sem Makas, conduzido por Carlos Rosado, não estava sozinho: diplomatas, empresários e membros reais da sociedade civil enchiam a sala. Todos em busca de respostas, esperança e uma alternativa credível. E o líder da UNITA respondeu com propostas e compromissos.

Prometeu o que o MPLA nunca ousou cumprir: eleições autárquicas, despartidarização das instituições, independência dos juízes e das forças de segurança, reformas profundas no Estado e inclusão genuína na governação. Apresentou a Frente Patriótica Unida como modelo de um futuro governo plural, com partidos, técnicos e cidadãos unidos por Angola — não pelo saque.

Disse, com a serenidade de quem carrega décadas de resistência e sacrifício, que está preparado para governar com todos, por todos e para todos. E pediu ao povo o bem mais valioso da democracia: confiança.

Ao recusar participar da farsa da revisão constitucional, Adalberto Costa Júnior posiciona-se como o último obstáculo entre Angola e o abismo do autoritarismo total. O recado está dado: se o MPLA quiser continuar no poder, que o faça pelas urnas — e não pelas manobras.

João Lourenço que aproveite os dias que lhe restam para reconciliar-se com o povo, pois a história é implacável com os que tentam dobrá-la à sua vontade. E 2027 está logo ali, com o povo atento, a esperança renascida e a Constituição ainda intacta — por enquanto.

Por Hitler Samussuku

Por estes dias, os corredores do poder em Angola voltaram a ser assombrados pelos fantasmas da manipulação constitucional. Não bastava a fome, o desemprego, a insegurança, a má qualidade dos serviços públicos e a degradação dos valores morais — agora a elite dominante decidiu flertar, mais uma vez, com a ideia de eternizar-se no poder. E como sempre, os rostos da manobra aparecem bem trajados: são os tais “pseudos” intelectuais e representantes de uma sociedade civil domesticada, pagos para simular consensos onde só há silêncio comprado.

No meio dessa encenação mal disfarçada, uma voz se levanta com firmeza. Adalberto Costa Júnior, presidente da UNITA e actual líder da oposição com 90 deputados na Assembleia Nacional, deu um basta à tentativa de reescrever as regras do jogo a favor do Presidente João Lourenço. “Não contem comigo para rever a Constituição antes de 2027”, avisou, sem rodeios. E foi além: “Esse sonho será transformado em pesadelo.” A frase caiu como chumbo sobre o MPLA, que vinha testando o terreno para mexer em cláusulas pétreas e abrir caminho para um reset presidencial. Traduzindo: um terceiro mandato disfarçado de renovação democrática.

A cada tentativa do regime de manipular a Constituição, reaparece o mesmo argumento reciclado — “estamos apenas a ajustar à nova realidade político-administrativa.” Já vimos esse filme na divisão das províncias e dos municípios. Mas o povo, cansado de ficção, agora quer documentário: a verdade nua e crua sobre um regime que, depois de quase 50 anos no poder, ainda precisa mudar as regras para continuar a governar.

Enquanto isso, Adalberto Costa Júnior falava ao país e ao mundo. No programa Economia sem Makas, conduzido por Carlos Rosado, não estava sozinho: diplomatas, empresários e membros reais da sociedade civil enchiam a sala. Todos em busca de respostas, esperança e uma alternativa credível. E o líder da UNITA respondeu com propostas e compromissos.

Prometeu o que o MPLA nunca ousou cumprir: eleições autárquicas, despartidarização das instituições, independência dos juízes e das forças de segurança, reformas profundas no Estado e inclusão genuína na governação. Apresentou a Frente Patriótica Unida como modelo de um futuro governo plural, com partidos, técnicos e cidadãos unidos por Angola — não pelo saque.

Disse, com a serenidade de quem carrega décadas de resistência e sacrifício, que está preparado para governar com todos, por todos e para todos. E pediu ao povo o bem mais valioso da democracia: confiança.

Ao recusar participar da farsa da revisão constitucional, Adalberto Costa Júnior posiciona-se como o último obstáculo entre Angola e o abismo do autoritarismo total. O recado está dado: se o MPLA quiser continuar no poder, que o faça pelas urnas — e não pelas manobras.

João Lourenço que aproveite os dias que lhe restam para reconciliar-se com o povo, pois a história é implacável com os que tentam dobrá-la à sua vontade. E 2027 está logo ali, com o povo atento, a esperança renascida e a Constituição ainda intacta — por enquanto.

Por Hitler Samussuku

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